Inspirado pelo excelente vídeo do colega Daniel Perches, do Vinhos de Corte, pensei em abordar a velha questão que atormenta todos aqueles que bebem sozinhos, têm uma garrafa de 750ml e querem evitar o alcoolismo: o que fazer com o vinho que sobrou na garrafa? A bebida de Baco tem no oxigênio um parceiro traiçoeiro, que pode liberar toda a sorte de aromas e sabores anteriormente escondidos pelos anos de hibernação, mas que, ao mesmo tempo, é responsável pela sua decadência, lenta e gradual. No mercado, temos incontáveis bugigangas que prometem conservar os restos de vinho: tampas mecânicas, bombas a vácuo, seladores eletrônicos. Nunca usei estes dois últimos métodos, mas devo advogar pelo mais simples e tosco deles: coloque a rolha de volta na garrafa!
Tenho observado que uma garrafa de vinho com a rolha bem recolocada pode sobreviver tranquilamente por uns dois dias de geladeira. É óbvio que tudo depende do vinho em si, vez que alguns já chegam quase mortos para nós. Outro ponto crucial é que a rolha deve ser reinserida pelo menos até a metade, para garantir uma boa vedação. Vale a pena guardar rolhas de espessuras diferentes, para reutilizá-las em vinhos com tampa de rosca ou espumantes, cujas rolhas expandem muito após a abertura.
Tenho observado que uma garrafa de vinho com a rolha bem recolocada pode sobreviver tranquilamente por uns dois dias de geladeira. É óbvio que tudo depende do vinho em si, vez que alguns já chegam quase mortos para nós. Outro ponto crucial é que a rolha deve ser reinserida pelo menos até a metade, para garantir uma boa vedação. Vale a pena guardar rolhas de espessuras diferentes, para reutilizá-las em vinhos com tampa de rosca ou espumantes, cujas rolhas expandem muito após a abertura.
Se tudo der errado, ainda podemos fazer vinagre!